JOÃO PEDRO DO JUAZEIRO MOSTRA RENOVAÇÃO DA XILOGRAVURA NA CAIXA CULTURAL SÃO PAULO
Exposição com 47 xilogravuras do artista abre no dia 04 de setembro e tem curadoria de Gilmar de Carvalho
A religiosidade popular, a vida no sertão, natureza, trabalho, festas e a figura do poeta Patativa do Assaré são os temas que compõem a mostra de xilogravuras coloridas criadas por João Pedro do Juazeiro, considerado por Gilmar de Carvalho “um dos mais expressivos xilógrafos brasileiros de extração popular”. João Pedro Carvalho Neto, que assina “João Pedro do Juazeiro”, apresenta sua primeira individual na capital paulista a partir de 04 de setembro, estendendo-se até 17 de outubro de 2010. Ao todo, são 47 xilogravuras que estarão expostas ao público, com entrada gratuita.
Nascido em Ipaumirim, interior do Ceará em 1964, começou, nos anos 90 escrevendo literatura de cordel e, em seguida, passou a cortar as capas dos folhetos que publicava. Com o aperfeiçoamento de sua técnica, produziu xilogravuras de maiores formatos e álbuns temáticos.
Segundo Gilmar de Carvalho, um dos maiores especialistas em cultura popular do país e curador da mostra, o uso da cor nos trabalhos mais recentes resultou em um eficiente salto de qualidade. Para ele, João Pedro é ao mesmo tempo renovador e seguidor da tradição dos artistas do cordel e da xilogravura originária dos polos produtores de João Pessoa, Recife e Juazeiro do Norte. Uma tradição que nos deu nomes como Mestre Noza, Walderêdo Gonçalves, Antônio Batista, Stênio Diniz, Abraão Batista e nos dá, contemporaneamente, José Lourenço, Francorli, Nilo, dentre outros nomes expressivos e presentes nas mostras e eventos ligados às artes em todo o Brasil.
João Pedro do Juazeiro bebe dessa fonte inesgotável de fé, trabalho, festa e ecologia, criando trabalhos desde o início desta década. Faz xilogravuras de grandes formatos e com utilização da cor, o que dá às suas obras uma alegria e um aspecto de festa. “Pode-se pensar que sua obra, despretenciosa e sem pedantismos, dialoga com os azuis de Marc Chagall, com as bandeirinhas de Alfredo Volpi e com outros momentos das artes de todos os tempos e lugares”, afirma Gilmar de Carvalho.
João Pedro do Juazeiro é um inovador da xilogravura. “Como poucos, nestes dez anos em que passou a reinventar o mundo nas pranchas da madeira umburana, cortando sulcos, escavando e conseguindo as matrizes para a impressão de cangaceiros, beatos, bichos fantásticos, habitantes de um mundo maravilhoso, mágico e mítico que migra do cordel, se imbrica com a cultura de massas e se atualiza em seu trabalho forte e denso, apesar da alegria e do caráter seminal de seu gesto criador”, conta Carvalho.
Morando em Fortaleza desde 1999, o artista mantém os vínculos com a região do Cariri cearense, onde nasceu e se iniciou na grande arte da xilogravura. Em sua obra assistimos as vaquejadas, quermesses, festas de apartação do gado, plantios, colheitas, quadrilhas juninas, violeiros. “Tudo o que faz parte de uma tradição com as marcas da hibridação cultural e da diversidade que faz do Brasil um exemplo de mestiçagem, sincretismo ou antropogafia cultural, no sentido de deglutir o que vem de fora ou o que nos é oferecido pela mídia e pela indústria cultural”, como diz o curador.
A exposição “Xilogravuras de João Pedro do Juazeiro” na CAIXA mostra a permanência e a atualidade da xilogravura no contexto artístico nacional.
Novos nomes vieram somar aos pioneiros e tivemos novas safras de grandes artistas em todos os Estados nordestinos. “Isso falando da xilogravura tradicional, de origem nas camadas subalternas”, diz. Com o tempo, vieram, além de novos nomes, outras técnicas, múltiplas e diversificadas temáticas, recurso a instrumentos disponíveis (como pregos, bisturis usados, pedras, vidros, canivetes improvisados), enquadramentos ousados, o que os teóricos chamam de “nova gravura”.
Além da exposição, o artista também fará oficinas de xilogravura para grupo de vinte pessoas,de todas as idades.
A exposição “Xilogravuras de João Pedro do Juazeiro”, patrocinada pela Caixa Econômica Federal, é um projeto da Brazilbizz Cultura e Comunicação, empresa sediada em São Paulo, com a coordenação de Maira Sales e Mona Gadelha.
SERVIÇO:
Exposição Xilogravuras de João Pedro do Juazeiro
Abertura para convidados e imprensa: dia 04 de setembro de 2010, às 11h
Visitação: de 04 de setembro a 17 de outubro de 2010
Horário de visitação: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Local: CAIXA Cultural São Paulo (Sé) - Galeria Humberto Betetto - Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP
Informações, agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400
Acesso para pessoas com necessidades especiais
Entrada: franca Recomendação etária:livre
Produção: Brazilbizz Comunicação e Cultura
Apoio: Intercargas Encomendas e Cargas Express Patrocínio: Caixa Econômica Federal
Mona Gadelha faz show de lançamento do CD Salve a Beleza no SESC Vila Mariana
Mona Gadelha lança seu quarto CD, “Salve a Beleza”, no Sesc Vila Mariana
Novo disco traz canções inéditas e participações de Rômulo Fróes e Curumin.
No show, ela será acompanhada por Fernando Nunes (baixo), Zé Ruivo (teclados), Fernando Chuí (guitarra,violão e vocal) e Rogério Bastos (bateria). Quem assina o cenário digital é a VJMrs.
Críticos destacam as canções assinadas pela cantora, como “A Dor”,“Apenas Meninas” e “Desolado Samba”.
Com o novo trabalho, Mona Gadelha se reafirma como uma das belas vozes da MPB contemporânea. O CD também ressalta seu talento de compositora, em canções pungentes, como a “Dor” e “Desolado Samba”, citadas na maior parte das resenhas como os destaques do disco. Em “Salve a Beleza”, a cantora e compositora cearense, que nos últimos dois anos dedicou-se a projetos de literatura, retoma a parceria com Alexandre Fontanetti (produtor de seu primeiro CD, lançado em 96). Além de responder por todas as guitarras e violões do disco, Fontanetti montou uma “superbanda” formada por Curumin (bateria), Fernando Nunes (baixo), Zé Ruivo (teclados) e Bruno Fiacadori (programações e vocais) para gravar as onze faixas, resultando numa sonoridade vigorosa, recheada de nuances, que trafega da MPB ao rock com naturalidade e arranjos inventivos, mostrando a marca pessoal e singular da trajetória da cantora. O resultado lembra o “clima” mais orgânico do primeiro CD de Mona Gadelha, lançado em 96, que contou com a participação de 23 músicos, e é seu trabalho mais autoral, em que aquelas referências, aliadas ao blues, também predominavam. Mas as cores, os timbres e levadas são contemporâneas. O tom existencialista permeia as composições – a maioria assinada pela própria cantora ou em parceria com Fontanetti em “Salve a Beleza”, manifesto muito pessoal para esses tempos estranhos; com Moisés Santana em “Apenas Meninas”, protesto em tom delullaby acerca da prostituição infantil e “Não ligo pra Você”, com Paulo Bira, abordando com ambiguidade um fim de caso mal resolvido. Demonstrando bom gosto e segurança na escolha de seu repertório, Mona grava mais uma vez Edvaldo Santana (presente no primeiro disco com “Sinal” e no CD “Cenas & Dramas”, com “Ouvindo o Coração”). Escolheu “Sem Cena”, parceria de Santana com Ademir Assunção, poema de fina ironia e canção de amor dilacerada. Do multi-artista Fernando Chuí (músico, cantor, compositor e artista plástico), que também assina a capa do CD, Mona acertou o alvo ao escolher “Estrela Morta”, apropriando-se da letra com interpretação sutil, pontuada pela guitarra peculiar de Fontanetti e os timbres criativos dos teclados de Zé Ruivo. Esse ambiente, acrescido da sonoridade de órgão “clássico” da jovem guarda, também está presente na faixa “Minha Casa é Você”, da compositora baiana Sylvia Patrícia.Na balada “Ou Nada”, de Rômulo Fróes e Clima, o arranjo psicodélico com Zé Ruivo mais uma vez lançando mão de diferentes timbres de teclados, incluindo a sonoridade de teremin, possibilita a Mona dividir a interpretação com Rômulo, num duo que revela a identificação da cantora com o trabalho do compositor. As canções “A Dor”, “Sentimento Nobre”, “Desolado Samba”, assinadas pela cantora trazem sua marca de ironia certeira e desconcertante, que ela já mostrou em “Cinema Noir” e “Crepúsculo de uma Deusa”, suas músicas mais tocadas em rádio. A última também gravada por Eliana Printes, sucesso em emissoras cariocas. A última faixa do novo CD, “Gol”, do compositor Alvaro Fernando, com arranjo que remete a timbres de videogames, é uma grande homenagem a paixão do povo brasileiro pelo futebol. A música ganhou um videoclipe filmado em Fortaleza pela produtora Millennium, com direção de Vinicius Pastana, com o belíssimo cenário da Praia do Mucuripe e participação dos meninos da escolinha do Ceará Sporting Club. Lançado pela TV UOL e disponível no You Tube, o vídeo obteve centenas de acessos. http://musica.uol.com.br/ultnot/multi/upsi/2010/06/28/04021B3372D0C123A6.jhtm http://www.youtube.com/watch?v=ig6nmMPkUbg Para ouvir as músicas do novo disco: http://www.radio.uol.com.br/#/album/mona-gadelha/salve-a-beleza/19740
Serviço: Data: 1º de setembro, quarta-feira Horário: 20h30 Auditório do Sesc Vila Marianas - 130 lugares Rua Pelotas, 141- Vila Mariana – São Paulo - SP Ingressos:R$ 12,00 [inteira] R$ 6,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante] R$ 3,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
A cantora Mona Gadelha fará show na Praça do Ferreira, dia 8 de Março, 18h, Dia Internacional da Mulher, em Fortaleza.
No show Mona será acompanhada por Daniel Alencar (bateria), Edmundo (baixo), Herlon Robson (teclados e loops) e Mimi Rocha (guitarras).
No repertório, músicas dos seus 4 cds como Saint-Denis-Ceará (Valdo Aderaldo e Celso Gutfreind), Bloco da Solidão (Evaldo Gouveia e Jair Amorim), Felicidade Pra Mim (Alvaro fernando), Minha Casa é Você (Sylvia Patrícia) e Cinema Noir, Crepúsculo de Uma Deusa e Cor de Sonho, de sua autoria entre outras.
Ana Lee vem chegando com sua Ciranda
Depois de uma temporada de shows para o público infantil com as belas versões que fez para poemas de Cecília Meireles, Ana Lee lança seu novo CD, "Minha Ciranda", neste segundo semestre. O disco traz um repertório autoral, parcerias de Ana com poetas como Ricardo Corona e Floriano Martins. Ela interpreta ainda obras de Walter Garcia e de Gutemberg Guarabira. Em breve Ana fará o show de lançamento de seu lindo disco.
Les Enfants Terribles
"Les Enfants Terribles", neste domingo (21/06), 18h, na choperia do Sesc Pompéia,grátis. Com Fernando Chuí, Guappo, Mona Gadelha e VJ Mrs. Serge Gainsbourg e Arthur Rimbaud. Espero por vocês!
Bjs
VJ Mrs
Eles estão de volta:Carpinejar e Chuí em mais uma performance eletrizante!
De Lupiscínio Rodrigues a Amado Batista. Dor de cotovelo em todas as suas vertentes.É preciso ter nervos de aço, meu senhor!
Fernando Chuí, compositor, músico e cantor divide mais uma vez o palco com o poeta, cronista e performer Fabrício Carpinejar. Inspirados em Lupicínio Rodrigues e Amado Batista, eles desnudam a dor de cotovelo, a fossa. “Quem já não se humilhou por alguém? Perdeu o orgulho em nome da reconciliação?”, perguntam os dois. “Das batidas do coração ao batuque da caixinha de fósforos, amor é coisa de boteco, com a franqueza da madrugada e os olhos marejados do trago. Para amar, recomenda-se nervos de aço”, vaticina Carpinejar.
Numa combinação entre canção e crônica, o poeta e o músico revelam as brigas de um casal, sopram confidências de quarto, encarnam o estado alucinado de um homem que pede de volta sua mulher. Trata-se do momento de luto após o divórcio: como ocupar a solidão quando ela já foi dividida com outra pessoa?
Não há pausa nas confissões e melodias. É tensão do início ao fim, com a dupla invertendo seus papéis no palco: ora Carpinejar lendo músicas, ora Fernando Chuí interpretando textos.
“MEU TEMPO DE CRIANÇA” COM OLIVIA E VJ MRS NA VIRADA CULTURAL 2009
Foto Paulo Preto
Show multimídia com a cantora Olivia, acompanhada do seu teclado e imagens da VJ Mrs, editadas ao vivo, agregando elementos da tradição e tecnologia para novas leituras do repertório de canções clássicas do repertório infantil. Olivia interpreta músicas do cancioneiro das cantigas de roda como o “O CRAVO E A ROSA”, “PIRULITO QUE BATE BATE”, “NESTA RUA”, “FUI NO TORORÓ”, “CAPELINHA DE MELÃO”, “SINHÁ MARRECA”, “O TREM DE FERRO” e “PEZINHO”. Olívia fez sua releitura, utilizando diversos ritmos brasileiros, como samba, bossa nova, pop e rap. O cenário virtual, sob o comando da VJ Mrs, exibe imagens criadas especialmente para o projeto, editadas ao vivo, com efeitos 3 D (tridimensionais). Juntas, elas fazem um verdadeiro resgate do cancioneiro popular infantil, de forma divertida e educativa. Concepção e Pesquisa: Maira Sales e Olivia Voz e teclados: Olivia Cenário Virtual: VJ Mrs Ilustrações e Imagens Abstratas: Maria Alice Gonzáles e Paulo Preto Produção: Maira Sales
Ouça: http:meutempodecrianca.blogspot.com
SERVIÇO: CEU Cidade Dutra Av. Interlagos, 7350 - Cidade Dutra – São Paulo – SP fone: 5668-1950. Dia 03/05 – 15hs – Entrada Franca
Ana Lee e duo apresentam “Cecília Meireles para crianças” Na Virada Cultural São Paulo 2009
A cantora e compositora mostra poemas musicados em espetáculo que conquistará também o público adulto
Como alguns dos grandes poetas de língua portuguesa, a poeta e cronista Cecília Meireles também reservou momentos de sua prodigiosa criação para o público infantil. Consagrada pelo seu lirismo e aguda percepção da poesia do cotidiano, nos versos infantis, Cecília Meireles, musa eterna de Mário Quintana, autora de obras-primas como “O Romanceiro da Inconfidência”, mostra a mesma musicalidade que transformou seus poemas em hinos. Os versos “musicais” de Cecília já inspiraram compositores da canção popular como Fagner (em “Canteiros”). Pesquisadora desta vertente da obra da poetisa, a cantora e compositora paulistana Ana Lee criou um projeto musical que encantará crianças e adultos, no formato de show. No repertório, os poemas “A Moda da Menina Trombuda”, “Ou Isto ou Aquilo” (título de livro de Cecília Meireles), “O Eco”, “O Menino Azul”, entre outras.
Ficha Técnica Ana Lee (composição, voz e concepção) Ale Cueva (violão) Bruno Sotil (percussão) Brau Mendonça e Ozias Stafuzza (arranjos de base) Regina Hasegawa (ilustrações do cenário digital) Maira Sales (cenário digital, concepção e produção) Serviço: Cecília Meireles para Crianças com Ana Lee – Virada Cultural São Paulo- 2009 Céu Jaçanã - Av. Antonio César Neto, s/n - Jaçanã, fone: 2241-1977 Dia 03 de maio – 15hs – Entrada Franca
Ednardo - Mona Gadelha - Banda - Monobloco 283 anos de Fortaleza - 12 de abril (domingo) - 19h30
:::::Ednardo - Mona Gadelha - Banda - Monobloco 283 anos de Fortaleza - 12 de abril (domingo) - 19h30 :::::
Show de Ednardo e Mona Gadelha - Encontro de gerações celebra os 283 anos de Fortaleza e relembra a Massafeira
Uma grande celebração à música cearense. Será esse o tom do show que Ednardo e Mona Gadelha apresentarão no próximo dia 12, domingo, às 19h30, na Praia de Iracema, na programação das comemorações do aniversário de Fortaleza. Os “prata da casa” também irão relembrar os 30 anos do lendário show “Massafeira”, que marcou o ano de 1979 no Teatro José de Alencar, mostrando juntos algumas músicas do álbum duplo gravado no Rio após a realização do evento, com participação de mais de 40 artistas cearenses. Canções do disco “Massafeira”, como “Frio da Serra” (Petrúcio Maia e Brandão), ”O Sol é que é o Quente” (Alano de Freitas) e “Reizado”(Stelio Vale, Graco e Augusto Pontes) fazem parte do repertório que Ednardo e Mona cantarão juntos. Mona, que abre o show, mostrará músicas de seus discos e uma versão do blues “Em cada tela uma história”, de seus colegas de geração, Lúcio Ricardo e Siegbert Franklin. Também inclui no show “Ingazeiras”, do próprio Ednardo, que ela gravou em seu primeiro CD. Ednardo apresentará seus clássicos, mesclando canções de parcerias célebres, como a de Petrúcio Maia com os letristas Augusto Pontes (“Lupiscínica”) e Fausto Nilo (“Dorothy Lamour”).
Serão acompanhados por: Carlinhos Patriolino - Violões e Bandolim Lu de Souza - Guitarra Adelson Viana - Teclados e Sanfona Luis Miguel - Contra Baixo Denilson Lopes - Bateria Nilton Fiore - Percussões Hoto Jr - Percussões Carlinhos Ferreira - Sax e Clarinete Romulo Felix - Trombone Glauco Foguinho – Trompete Produção: Glicia Gadelha, Julia Limaverde e Maira Sales
Após a programação de comemoração dos 283 anos de Fortaleza segue com o show do Monobloco, uma promoção da Prefeitura de Fortaleza.
Show: Ednardo e Mona Gadelha nos 283 anos de Fortaleza Dia: 12/04 Horário: 19h30 Local: Aterro da Praia de Iracema Evento: 283 Anos de Fortaleza
Mona Gadelha concede entrevista para o repórter Dalwton Moura do DN
MONA GADELHA
Leia a materia sobre o novo CD de Mona Gadelha, "Praia Lírica - um tributo à canção cerarense dos anos 70 (repórter Dalwton Moura)
Em 2008 muitos projetos foram realizados e nos deram alegria.
Começamos a partir de agora mais uma jornada rumo ao desafio de criar, produzir, realizar.
Obrigada a quem nos prestigiou, no palco e nos bastidores.Obrigada aos parceiros e aos amigos.
Vamos receber 2009 de braços abertos!
Fernando Moura ganha prêmio no Festival de Cinema de Havana
O pianista, compositor e produtor Fernando Moura foi o vencedor da categoria "melhor trilha sonora" no último Festival de Havana. Fernando, autor de várias trilhas para cinema, ganhou o prêmio com "Maré", filme de Lúcia Murat, cineasta com quem já trabalhou em "Que bom te ver Viva". A trilha de "Maré" foi criada e produzida em parceria com Marcos Suzano.
Fernando, que está produzindo o próximo CD de Mona Gadelha, "Praia Lírica - um tributo à canção cearense dos anos 70", é autor também da trilha de "Bendito Fruto", entre muitas outras criadas para cinema, teatro e TV. Um craque!
“Meu Tempo de Criança”:
tradição e tecnologia em oficina no SESC Consolação
Sob o comando da cantora Olivia e da VJ Mrs, as crianças poderão tocar, filmar, fotografar e cantar cantigas de roda em novos arranjos.
Inscrições abertas a partir de 1º de dezembro – Oficina para Pais e Filhos
Nos primeiros sábados de dezembro, dias 06 e 13 de dezembro, às 9h30, pais e filhos ganharão uma aula-show interativa no SESC Consolação. Concebido pela cantora Olivia e pela produtora Maira Sales, a.k.a. VJ Mrs., “Meu Tempo de Criança”, uma intervenção lúdica com música e projeção de imagens, inspira-se nas cantigas de roda tradicionais e faz uso de novas tecnologias para promover interação entre crianças, pais e artistas.
Olivia cantará e se acompanhará ao teclado, enquanto a VJ Mrs. projetará imagens, que serão editadas ao vivo. Do cancioneiro infantil, o repertório inclui “O Cravo e a Rosa”, “Pirulito que bate bate”, “Nesta Rua”, ”Eu fui ao Tororó”, “Capelinha de Melão”, “Sinhá Marreca”, “O Trem de Ferro” e “Pezinho”.
Após a apresentação musical da dupla, as crianças e os pais serão convidados a manipular os sons. Com vários pontos de atividades, cada participante assumirá um papel na banda - um tocará teclado, outros utilizarão os instrumentos do site interativo http://www.edumusical.org.br, outros cantarão e tocarão percussão. Na área visual, poderão fazer fotos e enviar as imagens para o telão, criando um cenário virtual, orientados pela VJ Mrs., que ensinará a manipulação do software e o uso de efeitos especiais, com túneis e distorções das ilustrações criadas por Maria Alice Gonzales. O software “Editor Musical”, que será utilizado na aula-show é uma ferramenta que ajuda a desenvolver o ritmo e a adquirir conhecimento na utilização de programas de música. Os dois software são de fácil manipulação, indicado para crianças a partir dos 5 (cinco) anos de idade.
FICHA TÉCNICA Concepção e Pesquisa: Maira Sales e Olivia Voz e teclado: Olivia Cenário Virtual: VJ Mrs Ilustrações: Maria Alice Gonzales Produção: Maira Sales Sites software: http://www.edumusical.org.br
EVENTO
Oficina para Pais e Filhos - Meu tempo de criança
Dias 06 e 13/12 às 9h30
Inscrições abertas a partir do dia 01/12
Grátis – Vagas Limitadas
Mais Informações: 11 3234-3000
Sesc Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245 Vila Buarque São Paulo - SP cep 01222-020 www.sescsp.org.brtelefone: 11 3234-3000
Assessoria de Imprensa: Brazilbizz Comunicação
Tel: (11) 3462 2669 e 9297 8819
Sesc Campinas
Semana da Consciência Negra lembra Machado de Assis:
Mona Gadelha e Fernando Chuí apresentam o recital lítero-musical “O Dom do Ciúme”
Participa da leitura e do debate pós-show o escritor Luiz Roberto Guedes.
No repertório, clássicos de Chico Buarque e Caetano Veloso
Os cantores-compositores Mona Gadelha e Fernando Chuí apresentam quarta, dia 19 de novembro, no SESC Campinas, o recital lítero-musical “O Dom do Ciúme”, uma interpretação musical da obra “Dom Casmurro” de Machado de Assis, espetáculo concebido por Mona Gadelha e apresentado nos eventos em torno do centenário de morte do “bruxo do Cosme Velho”.
Mona e Fernando cantam obras de Chico, Caetano, Luiz Tatit e Lupiscínio Rodrigues, todas tematizando o ciúme, e lêem trechos de “Dom Casmurro”. Em Campinas contarão também com a presença do escritor, poeta, letrista e tradutor Luiz Roberto Guedes, profundo conhecedor da obra de Machado. Por ser apresentado na véspera do Dia da Consciência Negra, o debate pós-recital discutirá como o escritor, que foi neto de escravos, tratou este tema em sua época, além do mote do ciúme, que norteia todo o livro “Dom Casmurro”.
Canções “ciumentas”, como “Mil Perdões” (Chico Buarque), “O Ciúme” (Caetano Veloso), “Capitu” (Luiz Tatit) e “Ciúme de Você” (Roberto e Erasmo Carlos) estão no roteiro. A música “Estrela Morta” (Fernando Chuí), já gravada pelo autor, ganha também nova interpretação de Mona.
Trechos do romance “Dom Casmurro” serão lidos pelos cantores, intercalados entre as músicas. O show tem cenário virtual assinado pela VJ Mrs. O tecladista Anderson Toledo completa o trio.
CENÁRIO DIGITAL – VJ Mrs.
O cenário digital é assinado por Maira Sales (VJ Mrs.) e mostrará imagens relacionadas à obra de Machado de Assis, em sintonia com as canções apresentadas, além de ilustrações criadas por Fernando Chuí. Ele também fará desenhos ao vivo, acompanhado pela câmera de Maira Sales.
FICHA TÉCNICA Concepção, pesquisa e direção: Mona Gadelha Produção Executiva: Maira Sales Arranjos: Fernando Chuí Seleção dos textos: Mona Gadelha Músicos: Fernando Chuí (violão e voz), Anderson Toledo (teclado) e Mona Gadelha (voz)
Bate Papo com Luiz Roberto Guedes
Cenário Virtual: VJ Mrs
Quarta, 19 de novembro, 20h - Grátis
Local: SESC Campinas Rua Dom José I, 270/333 Bairro Bonfim Campinas - SP